segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Quem sabe, talvez.


Quem sabe, talvez.

Eu te esperei... Por noites quentes e dias frios.
Me perdi e me encontrei no mesmo ponto onde mais nada havia.
Insistia em meus pensamentos que você era tudo o que eu queria.
Te busquei no presente, passado e sonhei com nosso futuro.
Hoje entendi, que nada do que me oferecias era real ou seguro.
Tantos sonhos de amor, tanto fogo de uma paixão descontrolada.
Só queria em minha solidão, olhar em meu coração e não ver nada.
Desconstruí tua imagem perfeita, te fiz mais real do que jamais fostes em mim.
E, no entanto, sem venda nos olhos... É incrível como ainda te quero aqui.
Me despi das ilusões e aquela paixão se desfez...
Mas minha pele diz aos gritos, como eu te quero outra vez.

Gil Façanha

5 comentários:

Joel Costadelli disse...

Linda poesia, gostei muito, beijo no coração.

MARIA CATHERINE RABELLO disse...

Joel Costadelli.

Feliz Semana! beijos!!

Literatura & Companhia Ilimitada disse...

Oi amiga! Passando para te cumprimentar e apreciar este belo poema, fruto das tuas acertadas escolhas.

Hoje vamos iniciar uma pausa por um breve período, pois a carcaça clama por um pequeno descanso. Aproveitaremos a oportunidade para fazer uma análise sobre os nossos erros e acertos, assim como realizarmos uma arrumação no nosso humilde espaço.

Agradecemos de coração a companhia e o apoio de todos, prometendo, com a graça de “DEUS”, voltarmos em janeiro para dar continuidade ao nosso trabalho, isso, contando com o apoio e a compreensão dos amigos e seguidores, claro.

Desejamos a todos um “Maravilhoso Natal” e um “Ano Novo” repleto de realizações.

“QUE DEUS SEJA LOUVADO”

Beijos,

Rosemildo Furtado.

Gil Façanha disse...

Muito obrigada mais uma vez, doce Maria. Receba meu abraço.

Maria Teresa Fheliz Benedito disse...

Catherine que poesia linda, amei!
Linda noite para você.