terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

AOS OLHOS DE QUEM ME VÊ...

AOS OLHOS DE QUEM ME VÊ...

Posso ser tão simples quanto a poesia,
Posso ser dócil e frágil,
Tão fácil me amar...
Mas nem sempre sou compreendida.
Pois há segredos e mistérios refletidos em meu olhar.
Já me perguntaram
Se eu sou um anjo,
Uma fada ou princesa...
Mas de repente e com toda franqueza,
A única coisa que pude responder:
Sou uma mulher comum e que mesmo sem riquezas,
Sou apenas pessoa simples, mas não sou fácil de entender.
No passado fui menina que sonhava e encantava,
No presente sou mulher que luta para os sonhos alcançar...
No futuro quero ser exemplo, equilíbrio, paz e saudade,
Quero ser felicidade, quando de mim você lembrar.
Sei que uns me enxergam como sendo a ‘tão’ perfeita,
Só eu sei o quanto essa perfeição pode ser pesada e suspeita.
Mas de uma coisa sei que posso me orgulhar,
Como uma águia, posso cair mil vezes,
E as mil vezes, das cinzas ressurgirei...
Levantar-me-ei cada vez mais forte,
Pois nem mesmo com a morte dos meus sonhos desistirei.
Sei que posso ser teimosa, polida ou atrevida,
Ansiosa e até pretensiosa ao que agora vou dizer:
Os obstáculos do caminho sei que serão superados,
Pois o nosso destino, por ALGUÉM um dia foi traçado,
Resta-me apenas agora seguir em frente sem esmorecer,
E encontrar o caminho que enfim me leve até VOCÊ!

Luciene Martins Tanaka (L.M.T)