quinta-feira, 18 de julho de 2013

Brisa da saudade



Brisa da saudade

Sopra a brisa
Respira o ar
Cintila o vento
A saudade anda no ar

As árvores agitam-se
As plantas roçam-se
As folhas inquietam-se
E as saudades levantam-se

A Lua chora
Lágrimas esquecidas
O luar silencia
As saudades sentidas

O brando pulsar
Da respiração que e morna
Sente o primeiro sopro
Dessa saudade a arfar

Brisa, brisa
Que cintila o ar
A pulsação do brando pulsar
Desta saudade que me esta a matar.

Caxias, Lisboa, Portugal