terça-feira, 20 de agosto de 2013

Se foi...



Se foi...

O vento em mim, não quis ficar,
Pois o temor de revelar o que é belo.
Colocou pressa em sua passagem,
Marcante e rastreada de incertezas...

A brisa que me tocou a alma
Deixando em mim eternas lembranças...
E para o que servem as tais?
Chorar, não! Sorrir, talvez...

O que ficou, do que se foi,x Hoje tem o que não tinha...
E o que importa se não é?
Pois, se o que é, nem sempre importa...

Por: Fulvio Ribeiro